CRÉDITOS FOTOGRÁFICOS:
Pedro Lobo - Fotografia

Equipa
Ding Dong Studio
Escritório Sagrada Família
Escritório Baixa
Say My Name
Suite Hotel Ribeira
Casa S. Paulo
Casa Praia
Casa Golf
Apartamento Boavista
Casa Rio
Apartamento Central Park
Penthouse Marginal
Apartamento Montevideo
Casa Vale do Lobo
Apartamento Pinhais
Casa Blue Jeans

João Bessone - Fotografia

Festa das Mesas 2014
Radio Palace
Dulcineia Bar
Ding Dong Store
Festa das Mesas 2019

António Pinto - Fotografia

The Arc

António Moutinho - Fotografia

Festa das Mesas 2018

Montse Garriga - Fotografia

Casa Teatro
Casa Miramar
Casa Restelo

Bruno Nacarato - Fotografia

Ding Dong, a Viagem

Tapeçarias Ferreira de Sá

Lisbon Roots

PROPRIEDADE INTELECTUAL

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WEBSITE

Fuel Lisboa

CASA RESTELO

APARTAMENTO MIAMI

DING DONG, A VIAGEM

A Viagem

 

Desde a sua formação, em 2012, a Ding Dong tem vindo a desenvolver uma série de projetos que mereceram destaque em algumas das mais respeitadas publicações da especialidade. Da escala doméstica à dimensão corporativa, a filosofia criativa deste atelier mantém os mesmos princípios estruturantes. A arquitetura, a arte contemporânea, a música, o cinema e a moda fazem parte do dia-a-dia desta equipa, constituindo inspiração constante que se revela em espaços marcados por uma identidade muito própria.

Quase em modo de balanço e/ou retrospetiva surge, em 2019, a vontade de compilar alguns dos projetos mais relevantes em livro. Não se queria, no entanto, que este primeiro livro se limitasse a uma coleção dos projetos realizados mas que contasse, de forma estruturada, esta viagem que é o percurso de criação de um projeto e, em particular, de uma casa.

A criação da(s) casa(s) como uma viagem, como uma constante redescoberta de espaços que, embora sejam semelhantes na sua função, são sempre diferentes por reunirem determinadas especificidades decorrentes dos diferentes contextos, locais, áreas, programas ou clientes que os definem.

Porque uma casa – tal como uma viagem – não é (ou não deve ser) apenas a soma dos diferentes espaços físicos por onde deambulamos mas sim a materialização mais profunda e mais pessoal das diferentes paisagens e histórias onde a vida efetivamente acontece.

 

Já à Venda

DING DONG STUDIO & STORE

FESTA DAS MESAS 2019

Memória

“(…) Quando estes projetos são expostos, é como se trouxesse para a luz (de um espaço expositivo) histórias e memórias da cidade, perdidas e esquecidas no tempo.

Filipe Cortez, Maio de 2018

 

Também de histórias e memórias vive este espaço. Queríamos que todos os elementos que o habitam nos transportassem para um outro ambiente, no qual não estamos fisicamente: o atelier de Filipe Cortez; uma série de televisão dos anos sessenta; um Palácio no Estoril nos anos trinta.

Começou pelo chão. Com ele, trouxemos os gestos de tinta de Filipe. As cadeiras, de Vladimir Kagan, levam-nos à atmosfera de Star Trek e a um futurismo de outros tempos. As paredes, a janela e a Natureza Morta na parede despertam-nos para uma realidade atemporal. Os tecidos, o sideboard, o uso de materiais naturais, a cor, as texturas e o calor das velas, conferem a este espaço uma sofisticação depurada.

Tudo isto resulta numa estranha mescla de sensações criadas pela presença de elementos que, à sua maneira, representam diferentes tempos e espaços.

STUDIO PORTO

STORE LISBOA

DULCINEIA BAR

 “DREAM LISBOA”

THE FUTURE IS TAYLOR MADE

 

Never forget that what becomes timeless was once truly new

Nicholas Ghesquière

 

 

Dulcineia Bar

 

1953, Lisboa. O Santa Maria faz a sua viagem inaugural rumo à América do Sul. Na parede de um dos bares está um tríptico em madeira polido a ouro. O tríptico é mais do que um detalhe, ele contribui para o desenho do todo. Hoje, é parte de um todo diferente. Tão pertinente como há mais de meio século é, para nós, intemporal.

Assim surge este bar de um Hotel perdido numa qualquer rua de Lisboa no qual a História das coisas está sempre presente sem, no entanto, as ancorar ao passado. O resultado é mais que um conjunto de camadas, é um projecto Taylor Made no qual o novo acrescenta ao antigo e o antigo acrescenta ao novo, na procura de que cada um confira ao outro algo que os faça perdurar no tempo.

Casa Miramar

Esta casa é o resultado de um projecto de remodelação de uma moradia construída entre 1955 e 1959 e sem alterações ao longo dos anos, até ser adquirida pelo novo proprietário. Os traços originais apresentam pormenores distintos da linguagem da arquitectura portuguesa, devido à nacionalidade holandesa do proprietário inicial. Aqui, a preservação da arquitectura existente é respeitada, enquanto os interiores são totalmente renovados.

Localizada em Miramar, próxima da praia e de um campo de golfe, tem um carácter aparentemente de casa de férias, mas é uma habitação permanente. A funcionalidade e o conforto são, por isso, os aspectos fulcrais nesta reabilitação.

Construída em dois pisos, encontra-se no piso térreo a sala principal, com zona de estar e de jantar, uma sala de televisão, cozinha, casa de banho e quarto de hóspedes. A passagem para a esfera mais privada da casa, no piso superior, é feita através de uma escadaria revestida por uma passadeira colorida. Nesta área, composta por dois quartos, quarto de vestir e casa de banho, o tecto inclinado acompanha o telhado, fazendo variar o pé-direito, o que confere um ambiente intimista.

No exterior, a piscina está implantada na localização que aproveita a exposição solar, a vegetação, a vista para o campo de golfe e o som da água do ribeiro, que corre junto a esta propriedade.

Casa Teatro

Trata-se de uma casa com uma tipologia tipicamente portuense do início do séc. XX, construída em 1930 num dos melhores bairros residenciais da cidade. Foi totalmente intervencionada e teve projecto, de Arquitectura e de Interiores, do Atelier Ding Dong.

Foi pensada como uma “Caixa de Surpresas”, com um espírito masculino, divertido e muito ecléctico, como o novo proprietário. Como uma narrativa que se vai revelando ao longo dos diferentes espaços da casa… e que nos vai surpreendendo e envolvendo.

Procurou-se um ambiente muito descontraído e confortável em que se brinca com a mistura de matérias e cores para um resultado “fora da caixa”, desenhada sem preconceitos e com uma grande liberdade.

Radio Palace – Underwater Love

Underwater Love,

Num capricho aquático, a Ding Dong, inspirada pelo rio e o Oceano devolveu um esquecido e sereno salão aristocrático à vida.

No seio de um palácio do século XIX, pela mão dos criativos da empresa portuense, emergiu um espaço confortável e contemporâneo, urbano e místico criado para os olisiponenses do século XXI.

Aliando a delicadeza das técnicas decorativas de há dois séculos à exclusividade dos papéis de parede pintados à mão, conspiram para criar um interior excepcional e adequado à vivência da nossa época.

DING DONG